[Play3/Xbox360] Review - Mortal Kombat vs. DC Universe

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[Play3/Xbox360] Review - Mortal Kombat vs. DC Universe

Mensagem por Jow Low em Sab 10 Jan 2009 - 12:33

Review - Mortal Kombat vs. DC Universe



Gênero: Ação (Luta) | Lançamento: 16/11/2008 | Plataformas: Play3/Xbox360 | Desenvolvedor: Midway | Distribuidor: Midway

O melhor de dois mundos

Qual foi o último Mortal Kombat bom que você jogou? Alguns dirão que
foi Armageddon, outros “chutarão o pau da barraca” e dirão que foi
algum mais antigo, no formato 2D. Porém, não é de hoje que a série
divide opiniões e Mortal Kombat vs. DC Universe acabou se tornando o
título com a missão de tentar reerguer a série. E conseguiu.

Violento, mas restrito

A primeira coisa que chamou a atenção de muitos foi quando a Midway
anunciou que MK vs. DC não teria as terminações violentas e
características da série. Depois de perceber que diversos fãs torceram
o nariz para tal alteração – e com razão -, a produtora voltou atrás e
acrescentou os movimentos, mas com diversas restrições que, obviamente,
estão relacionadas às exigências feitas pela DC. Para felicidade de
alguns, os famosos “Fatalities” estão presentes aqui, mas bem mais
leves do que aquilo que já foi visto. Para exemplificar, utilizaremos o
tradicional Fatality de Scorpion, que agora não explode mais o inimigo,
apenas deixa-o um pouco mais tostado que as últimas peças do churrasco
de domingo. Não bastassem tais restrições, realizá-los é complicado por
não haver uma indicação de distância correta (muitas vezes você errará
por milímetros), o que acaba atrapalhando aquele que é considerado o
melhor momento das lutas.

Tudo bem, censuraram um pouco a parte mais divertida da franquia, mas
pelo menos outras inclusões se mostram eficientes. Sim, estamos falando
dos novos movimentos: Free Fall Kombat, Klose Kombat, Rage Mode e a
versão refeita do famoso Test Your Might.

O Free Fall Kombat é um estilo de luta em queda livre. Em boa parte dos
estágios é possível lançar o oponente e seguir na sua cola atacando-o
como se não houvesse amanhã. Porém, ele pode virar o jogo ao apertar o
mesmo botão que você, alterando a vez do “saco de pancada”. Essa é, de
longe, a forma mais fácil de tirar energia do inimigo e também um jeito
divertido de ver o desafiante se desesperando. Em relação ao Klose
Kombat, podemos dizer que ele apresenta uma nova modalidade de
“agarrão” ao jogo: ao arremessar o oponente, seu personagem passará a
atacá-lo e, da mesma forma que no Free Fall, aquele que apanha tem a
tarefa de tentar quebrar a seqüência e aplicar um belo contra-ataque no
adversário. Já o Rage Mode é algo parecido com aquilo que foi visto com
o “Agressor” de Mortal Kombat Trilogy; porém, ao invés de deixar o seu
lutador mais rápido, ele passa a ter mais força por um curto período e
não cairá mesmo que seja atingido pelo famoso “gancho”. Por fim, temos
o Test Your Might – não, você não irá quebrar pedras ou pilhas de
madeira, mas paredes. Semelhante ao Free Fall, ao lançar o oponente há
a chance de que ele bata contra a construção e quebre-a, dando ao
lançador a chance de correr empurrando-o contra outras paredes enquanto
ambos os jogadores esmagam os botões X, círculo, quadrado e triângulo –
aqui não há chances de virar o jogo, apenas diminuir o dano recebido.

Para as lutas, essas são as únicas alterações que realmente afetam o
modo de jogo, e se mostram eficientes para diferenciar MK vs. DC de
outros jogos de luta.

Round 2, Fight!

Certamente a equipe da Midway jogou outros títulos enquanto se
empenhava na produção deste. Quem se aventurar em MK vs. DC perceberá
duas coisas vindas de outras séries: a chance de quebrar os combos
adversários e os hematomas e rasgos nas roupas dos personagens (caso
não se lembre, isso foi visto anteriormente em Killer Instinct e Art of
Fighting, respectivamente). São modificações interessantes e que
revitalizam a série.

Quanto aos modos de jogo, certamente o que mais chama a atenção é o
Story, que necessita de algumas horas para terminar e explica melhor a
fusão dos dois mundos (tudo bem, o que você verá inicialmente é um
pouco forçado, mas com o desenrolar dos acontecimentos a história até
fica interessante). Há também a inclusão do Kombo Challenges, e sua
principal missão aqui é realizar os combos indicados pelo computador.
Porém, alguns são tão complicados que dificilmente você se prenderá por
aqui.

Entretanto, uma coisa ruim conta pontos contra o jogo: a dificuldade.
Em determinadas lutas, seus oponentes parecem bonecos para treinar
socos; noutras, as coisas mudam e você mal consegue atacar o
computador. Além disso, alguns combos não funcionam do jeito como foram
acionados (ao tentar uma seqüência de soco, chute e soco com Scorpion,
o resultado na tela foi soco, chute e chute – vai entender...).

No fim das contas, Mortal Kombat vs. DC Universe consegue trazer a
série de volta ao caminho certo, mas deixando claro que algumas coisas
poderiam ser melhores. Ponto para a Midway, que ainda teve o bom senso
de lançar o título antes de Street Fighter IV.

Gráficos: 7
Som: 7,5
Diversão: 6
Jogabilidade: 6,5
NOTA: 7

==IMAGENS==





















==VÍDEOS==

Mortal Kombat vs. DC Universe - Ultimate Mash Up Trailer


Mortal Kombat vs. DC Universe - The Kombatants' Fatalities


Fonte:PSWorld | Up by LPP


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